Segunda-feira, 3 de Setembro de 2007

Postais Antigos de Portugal - Valpaços

 

N.º 12. VALPAÇOS. Grande pedra oscilante.

Bilhete postal do início do século XX.

Edição de Sesinando Chaves (Casa fundada em 1894), Valpaços.

 

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Documentos - Conhecimento de Embarque de 1905

 

Conhecimento de embarque de mercadorias no vapor Luanda, ancorado no porto de S. Tomé, com destino a Lisboa. Documento datado de 1 de Setembro de 1905.

   A carga, proveniente da Roça Monte Café e despachada por Claudina de Freitas Chamiço para a empresa carregadora em Lisboa, constava de 115 sacos com cacau, pesando 7.053 quilos, e 141 fardos com quina, pesando 8.442 quilos.

 

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Literatura Colonial Portuguesa

 

Alexandre Cabral (pseudónimo de José dos Santos Cabral, 1917-1996), Histórias do Zaire (1956).

   Notável estudioso e especialista da obra camiliana, Alexandre Cabral publicou o imprescindível Dicionário de Camilo Castelo Branco (Editorial Caminho, 1988), entre dezenas de estudos, ensaios e obras de ficção. (No início da sua carreira, alguns dos seus trabalhos surgiram também sob o pseudónimo Z. Larbak.)

   Alexandre Cabral produziu três interessantes volumes de ficção que reflectem a sua estadia em África – Contos da Europa e da África (1947), Terra Quente (1953) e Histórias do Zaire. Este último, publicado novamente em 1982 (Livros Horizonte), é um volume característico da sua obra ligada a África – uma vivência centrada no antigo território do Congo  (particularmente nas antigas colónias da Bélgica e de França banhadas pelo rio Congo, ou Zaire) e um ponto de vista narrativo dedicado não apenas aos emigrantes portugueses mas também às populações naturais da região. O protagonismo destas constitui, aliás, o núcleo do livro. 'Daba-Goma', 'Kandot era o "boy" do Sr. Hiebler' e 'A "fula" Lubamba desapareceu' são narrativas que evidenciam ser a literatura colonial deste autor uma literatura que retrata a realidade, a magia e o inesperado das colónias africanas sem todavia ser, necessariamente, uma literatura apologista do colonialismo.

   Embora por razões diversas, note-se que a violência e a tensão que pontuam o conto inicial, 'Gonçalves morreu numa noite de tempestade', surgem quase como premonição dos conflitos coloniais que irromperam em África nos anos subsequentes. Por esse facto, é surpreendente, mesmo, que este volume não tenha sido apreendido ou censurado pelo regime.

   O único conto dedicado exclusivamente à presença portuguesa em África é a narrativa que encerra o volume – O "cacholas". Uma viagem de navio entre Angola e Portugal serve de pretexto para falar da vida a bordo, da diferença de classes, de viajantes clandestinos e de um tripulante cabo-verdiano, que acaba por falecer devido à indiferença dos serviços médicos de bordo. Um belíssimo conto que nos recorda a força dos contos de J. R. Miguéis (1901-1980) de temática semelhante, como 'Gente da Terceira Classe' e 'O Viajante Clandestino' (Gente da Terceira Classe, 1962).

   A escrita de Alexandre Cabral, desenvolta e atraente, e o inusitado da ficção de muitos dos seus contos e novelas alertam-nos para a necessidade de redescobrir vários autores do século XX que têm vindo a cair no esquecimento.

  

 

Ilustração de Rogério Ribeiro (n. 1930)

 

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Fé de Granito

 

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Domingo, 2 de Setembro de 2007

Sem Comentários - Heráldica do Século XIX

 

Brasão municipal de Montemor-o-Novo.

Gravura da obra As Cidades e Villas da Monarquia Portugueza que Teem Brasão d'Armas (III vols., 1860-62; data na capa do vol. I, 1865), de Inácio de Vilhena Barbosa (1811-1890).

O aspecto actual da heráldica do município pode ser consultado em http://pt.wikipedia.org/wiki/Montemor-o-Novo .

 

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Sem Comentários - Heráldica do Século XIX

 

Brasão municipal de Monforte.

Gravura da obra As Cidades e Villas da Monarquia Portugueza que Teem Brasão d'Armas (III vols., 1860-62; data na capa do vol. I, 1865), de Inácio de Vilhena Barbosa (1811-1890).

O aspecto actual da heráldica do município pode ser consultado em http://pt.wikipedia.org/wiki/Monforte

 

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Sem Comentários - Heráldica do Século XIX

 

Brasão municipal de Monção.

Gravura da obra As Cidades e Villas da Monarquia Portugueza que Teem Brasão d'Armas (III vols., 1860-62; data na capa do vol. I, 1865), de Inácio de Vilhena Barbosa (1811-1890).

O aspecto actual da heráldica do município pode ser consultado em http://pt.wikipedia.org/wiki/Mon%C3%A7%C3%A3o_%28Portugal%29.

 

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Sábado, 1 de Setembro de 2007

Sem Comentários - Heráldica do Século XIX

 

Brasão municipal de Miranda do Douro.

Gravura da obra As Cidades e Villas da Monarquia Portugueza que Teem Brasão d'Armas (III vols., 1860-62; data na capa do vol. I, 1865), de Inácio de Vilhena Barbosa (1811-1890).

O aspecto actual da heráldica do município pode ser consultado em http://pt.wikipedia.org/wiki/Miranda_do_Douro.

 

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Sem Comentários - Heráldica do Século XIX

 

Brasão municipal de Marvão.

Gravura da obra As Cidades e Villas da Monarquia Portugueza que Teem Brasão d'Armas (III vols., 1860-62; data na capa do vol. I, 1865), de Inácio de Vilhena Barbosa (1811-1890).

O aspecto actual da heráldica do município pode ser consultado em http://pt.wikipedia.org/wiki/Marv%C3%A3o.

 

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Sem Comentários - Heráldica do Século XIX

 

Brasão municipal de Ferreira do Alentejo.

Gravura da obra As Cidades e Villas da Monarquia Portugueza que Teem Brasão d'Armas (III vols., 1860-62; data na capa do vol. I, 1865), de Inácio de Vilhena Barbosa (1811-1890).

O aspecto actual da heráldica do município pode ser consultado em http://pt.wikipedia.org/wiki/Ferreira_do_Alentejo.

 

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