Quinta-feira, 6 de Setembro de 2007

Aspectos do Comércio entre S. Tomé e Príncipe e Portugal

CONGO, das Land Congo. Mapa de Allain Manesson Mallet (1630-1706), impresso em Frankfurt em 1686, representando S. Tomé e Príncipe, Angola e o célebre Reino de Monomotapa.

  

   Os 23 conhecimentos de embarque da Empresa Nacional de Navegação consultados, referentes ao período entre 1885 e 1905, incluem 5 documentos de exportação de S. Tomé e Príncipe para Portugal, dos anos de 1898, 1900, 1901, 1904 e 1905.

   Os produtos exportados foram cacau, café e quina (de cuja casca se extrai o quinino), registando-se nesses documentos uma exportação total de 78.868 quilos (1.321 sacos) de cacau, 38.955 quilos (648 sacos) de café e 13.902 quilos (234 fardos) de quina. 

   As exportações foram realizadas pela Roça Monte Café, sendo os documentos emitidos quer em nome de Frederico Biester quer em nome de Claudina de Freitas Chamiço.

   Em Lisboa, surge como destinatária em quatro documentos uma companhia carregadora não especificada, sendo Amélia Chamiço Biester referida como destinatária no conhecimento de 2 de Janeiro de 1900.

   Em 1898 e 1900, o imposto de selo pago na alfândega de Lisboa foi de 100 reis, não havendo aposição de selo nos conhecimentos dos restantes anos.

 

LISBOA. – (Portugal). Doca da Alfandega vista do Tejo. Bilhete postal circulado de Ribeira, Lourinhã, para S. Pedro do Sul, em 4 de Outubro de 1908.

 

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Domingo, 29 de Abril de 2007

Sem Comentários - Elvas no Século XVII

 

Elvas na segunda metade do século XVII.

 

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Sábado, 28 de Abril de 2007

Sem Comentários - Estremoz no Século XVII

 

Estremoz na segunda metade do século XVII.

 

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Segunda-feira, 2 de Abril de 2007

Gravuras, Incunábulos e Cimélios.

Riga (actualmente capital da Letónia) no século XVI.

Sebastian Münster (1489-1552), Cosmographia Universalis

(1544; edição reproduzida, c. 1553).

 

   Com o advento da imprensa de caracteres móveis, em meados do século XV, as iluminuras medievais, ricamente adornadas e coloridas à mão, cederam perante o aspecto monocromático (tinta preta, sobre o branco do papel) da xilogravura. Os incunábulos, obras impressas no século XV, começaram por reproduzir obras de carácter religioso, como a pioneira Bíblia (Mainz, 1450-55) de 42 linhas de Johannes Gutenberg (c.1390?- 1468) e, em Portugal, o Pentateuco (Faro, 1487), o Sacramental (Chaves?, 1488) e o primeiro livro conhecido impresso em Português, o Tratado de Confissom (Chaves, 1489), obras sem predominância da ilustração. A Bíblia, de Gutenberg, apresentava ainda iniciais decoradas à mão, segundo a tradição das iluminuras. 

   Contudo, em 1493, em Nuremberga, Hartmann Schedel editou uma obra magnificamente ilustrada - o Liber Chronicarum, com 1809 gravuras. Embora ainda reproduzisse mapas ptolomaicos, algumas das imagens das cidades eram já relativamente fiéis à realidade.

    No século XVI, os cimélios começaram a reproduzir imagens dos continentes entretanto explorados pelos europeus, surgindo obras importantes como a Cosmographia, de Sebastian Münster, publicada em Basileia em 1544, e a Civitates Orbis Terrarum, de Georg Braun (1541-1622) e Frans Hogenberg (1535-1590), uma colectânea de valor inestimável que reproduz o aspecto de muitas cidades europeias, entre elas várias cidades portuguesas. Um dos primeiros cimélios a reproduzir mapas do Brasil foi publicado cerca de 1556 por Giovanni Battista Ramusio (1485-1557).

   No século XVII várias compilações de imagens e mapas foram publicadas, destacando-se a Description de l'Univers (1683-1688), publicada por Allain Manesson Mallet (1630-1706), que reproduz as várias fortalezas "à Vauban" erigidas em Portugal depois de 1640, gravuras que inspiraram muitas edições posteriores.

   Na primeira metade do século XIX, com a influência do Romantismo, multiplicaram-se as gravuras da Europa, entre elas muitas de Portugal (ver: http://blogdaruanove.blogs.sapo.pt/2007/03/20/), Norte de África e Médio e Próximo Oriente.

 

 

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Domingo, 1 de Abril de 2007

Sem Comentários - Setúbal no séc. XVII

 

Setúbal na segunda metade do século XVII.

 

 

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Sábado, 31 de Março de 2007

Sem Comentários - Vila Nova de Cerveira no séc. XVII

 

Vila Nova de Cerveira na segunda metade do século XVII.

 

 

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