Quarta-feira, 31 de Outubro de 2007

A Arte Gráfica em Portugal - Século XX

 

Paulo-Guilherme (d'Eça Leal, n. 1932), ilustrações para o conto História do Rei Omar Al-Nemã e de Seus Dois Maravilhosos Filhos, traduzido por João Gaspar Simões (1903-1987), de O Livro das Mil e uma Noites, volume II (1959).

 

 

 

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Quarta-feira, 6 de Junho de 2007

Paulo-Guilherme

Ilustração para o conto Lenda das Meninas Belas,

in Gentil Marques (n. 1918), Lendas de Portugal (1962).

 

   Para disfarçar toda a ignorância do post anterior, aqui ficam algumas ilustrações de Paulo-Guilherme (d'Eça Leal, n. 1932), de quem se falará em breve. Ilustrador genial e homem dos sete instrumentos, foi autor das capas de A Nau Chatrineta e de A Gata, de Colette (http://blogdaruanove.blogs.sapo.pt/tag/paulo-guilherme), entre muitas outras.

 

Ilustração para o conto Lenda da Porta que se Abra Antes,

in Gentil Marques (n. 1918), Lendas de Portugal (1962).

 

   Presta-se ainda uma homenagem ao seu bisavô, João Francisco Xavier d'Eça Leal (1848-1914).

 

Bilhete postal circulado de Portugal para o Uruguay em 1905.

 

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Autógrafos - Amália Rodrigues

 

Manuel Luís Pombal (Manuel Luís de Carvalho Daün e Lorena,

1908-1971), A Nau Chatrineta (1967)

Capa de Paulo Guilherme (n. 1932)

 

 

   O que está a fazer o autógrafo de Amália da Piedade Rodrigues (1920-1999) neste livro? Ignoro. De quem são os outros autógrafos? Ignoro. O que é uma chatice... Aliás, o livro de Manuel Luís Pombal, jornalista moçambicano, trata disso mesmo – de chatos e de chatices. Transcrevem-se duas breves passagens da sua dissertação sobre o assunto:

 

   "A Mãe do Mundo vive em permanente estado de exaltação, espalhando benesses por todos os cantos, e arrasando os nervos dos que com ela contactam diàriamente. E se se trata de uma intelectual, então temos o caldo entornado para todo o sempre, pois vai buscar origens de natureza social, na visão de um menino que tem ramela nos olhos, ùnicamente porque a mãmã se esqueceu do lenço em casa. Para nós, seus amigos, acabaram as conversas simples, próprias de gente que se assoa, que anda de autocarro e que gosta de ouvir, em noite de grande inspiração, Amália Piedade Rodrigues ao som do pianinho da tristeza dizer, como mais ninguém, letras singelas dos poetas da rua.

   Vai-se a um restaurante, com fome. Nem nos sabem bem as lulas guisadas, porque a Mãe do Mundo, em ritmo de falas de "Pica-Pau", não desenrola o guardanapo, porque tem de indagar sobre o estado de espírito, naquele momento, do criado que nos serve, rubicundo e jovial filho da Galiza, se este se sentirá humilhado por receber uma gorgeta; se terá, lá em Verin, uma noiva à espera; se o patrão o tratará bem; e quantos dias de folga terá ele por semana..."

 

(...)

 

"RUY KNOPFLI

 

   É o antídoto anti-chato em pessoa, este rapaz trintão, e que, de minha conta e sem falar em nome do povo, para o que ninguém me passou procuração, considero dos melhores ensaistas portugueses do seu tempo. Não é maçável. Nem faz cerimónias. Encara o chato, ri-se-lhe na cara, diz-lhe que o acha chato, corta-lhe a inspiração, atordoa-o com remoques... enfim um rosário de predicados que, infortunadamente, não exornam a minha maneira de ser."

 

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Sexta-feira, 1 de Junho de 2007

Evocando Colette

Capa de Paulo-Guilherme (n. 1932), para a tradução portuguesa

(1959) de La Chatte (1933).

 

   Evocando Colette (1873-1954), anotou José Rodrigues Miguéis (1901-1980) no seu livro Aforismos & Desaforismos de Aparício (edição póstuma, 1996):

   "17 de Agosto de 1970

   Na sua primeira viagem (maiden voyage) a Nova Iorque em 1935, o grande transatlântico Normandie levou a bordo, como elemento de propaganda, a escritora Colette. Na segunda viagem, em Julho do mesmo ano, viajava na primeira classe o ilustre Pirandello [1867-1936], que – segundo o americano Samuel Putnam [1892-1950], em Paris Was Our Mistress – foi ali em serviço de propaganda de Mussolini. (Mas acabou ficando.) E na classe turista, por não haver outra mais barata, seguia o autor destas linhas, o mais anónimo dos plumitivos: em missão pessoal-desconhecida."

 

Fotografia de Colette dedicada a António Ferro (1895-1956) publicada na obra Colette, Colette Willy, Colette (1921), de Ferro.

 

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