Sexta-feira, 7 de Setembro de 2007

Documentos - Conhecimento de Embarque de 1905

 

   Conhecimento de embarque de mercadorias no vapor Ambaca, ancorado no porto de Lisboa, com destino a S. Tomé. Documento datado de 14 de Outubro de 1905.

   A carga, despachada por Claudina de Freitas Chamiço para Matheus de Bono Paula, constava de 24 sacos de arroz; 8 sacos de feijão; 1 caixa com calçado e impressos; 1 caixa com balança e moinho; 2 barricas com cloreto de cal; 1 caixa de álcool; 3 caixas com medicamentos; 1 caixa com pertences de máquina; 30 barras de ferro; 5 feixes de ferro e 1 pacote com barras de aço.

 

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Quinta-feira, 6 de Setembro de 2007

Aspectos do Comércio entre S. Tomé e Príncipe e Portugal

CONGO, das Land Congo. Mapa de Allain Manesson Mallet (1630-1706), impresso em Frankfurt em 1686, representando S. Tomé e Príncipe, Angola e o célebre Reino de Monomotapa.

  

   Os 23 conhecimentos de embarque da Empresa Nacional de Navegação consultados, referentes ao período entre 1885 e 1905, incluem 5 documentos de exportação de S. Tomé e Príncipe para Portugal, dos anos de 1898, 1900, 1901, 1904 e 1905.

   Os produtos exportados foram cacau, café e quina (de cuja casca se extrai o quinino), registando-se nesses documentos uma exportação total de 78.868 quilos (1.321 sacos) de cacau, 38.955 quilos (648 sacos) de café e 13.902 quilos (234 fardos) de quina. 

   As exportações foram realizadas pela Roça Monte Café, sendo os documentos emitidos quer em nome de Frederico Biester quer em nome de Claudina de Freitas Chamiço.

   Em Lisboa, surge como destinatária em quatro documentos uma companhia carregadora não especificada, sendo Amélia Chamiço Biester referida como destinatária no conhecimento de 2 de Janeiro de 1900.

   Em 1898 e 1900, o imposto de selo pago na alfândega de Lisboa foi de 100 reis, não havendo aposição de selo nos conhecimentos dos restantes anos.

 

LISBOA. – (Portugal). Doca da Alfandega vista do Tejo. Bilhete postal circulado de Ribeira, Lourinhã, para S. Pedro do Sul, em 4 de Outubro de 1908.

 

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Segunda-feira, 3 de Setembro de 2007

Documentos - Conhecimento de Embarque de 1905

 

Conhecimento de embarque de mercadorias no vapor Luanda, ancorado no porto de S. Tomé, com destino a Lisboa. Documento datado de 1 de Setembro de 1905.

   A carga, proveniente da Roça Monte Café e despachada por Claudina de Freitas Chamiço para a empresa carregadora em Lisboa, constava de 115 sacos com cacau, pesando 7.053 quilos, e 141 fardos com quina, pesando 8.442 quilos.

 

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Segunda-feira, 27 de Agosto de 2007

Documentos - Conhecimento de Embarque de 1900

 

   Conhecimento de embarque de mercadorias no vapor Cabo Verde, ancorado no porto de Moçâmedes, com destino a São Tomé. Documento datado de 10 de Maio de 1900.

   A carga despachada por Torres & Irmão para Matheus de Bono Paula, administrador da Roça Monte Café,  constava de 30 malas com 60 arrobas de peixe comum.

 

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Segunda-feira, 6 de Agosto de 2007

Aspectos do Comércio entre Angola e S. Tomé e Príncipe

Mapa de S. Tomé e Príncipe publicado em 1955.

 

   Os 23 conhecimentos de embarque da Empresa Nacional de Navegação consultados, referentes ao período entre 1885 e 1905, incluem 12 documentos de exportação de Angola para S. Tomé – 1 de Porto Alexandre [Tombua], 6 de Moçâmedes [Namibe], 1 de Benguela e 4 de Novo Redondo [Sumbe].

   As exportações de Angola eram constituídas pelo seguinte – de Porto Alexandre, peixe seco; de Moçâmedes, bois, peixe (sem indicação de qualquer tratamento) e peixe seco; de Benguela, carne, fubá e tabaco; e de Novo Redondo, aguardente, feijão, fubá e mantimentos não especificados.

   As exportações de Porto Alexandre foram efectuadas pela Companhia de Moçâmedes; as de Moçâmedes por Manuel José Alves Bastos, posteriormente (pelo menos a partir de 1897), pela Viúva Bastos & Filhos, e por Torres & Irmão; as de Benguela por Francisco José Freitas; e as de Novo Redondo por Alexandre da Costa, Guimarães & Irmão, e Ferreira Marques e Fonseca.

   Em S. Tomé, os destinatários da mercadoria eram C. Palanque (peixe seco de Moçâmedes), Mateus de Bono Paula, administrador da Roça Monte Café (peixe seco de Porto Alexandre e peixe de Moçâmedes), Ricardo Spengler, e Joaquim Seixas (peixe de Moçâmedes).

   Até 10 de Julho de 1888, o imposto de selo pago na alfândega de S. Tomé, para produtos vindos de Angola, era de 60 reis, estando documentado um aumento para 80 reis a partir de 16 de Janeiro de1892.

 

Ilha do Príncipe - Roça Esperança: A ida para um pic-nic. Postal circulado em Fevereiro de 1922.

 

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