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03
Mai07

Cromos dos Anos 60 - Alpine

blogdaruanove

 

Alpine Berlinette 1300

 

Cilindrada: 1296 c.c.

Consumo: n. d.

Taxa de compressão: 10,4

Potência: 110 Cv. DIN

Velocidade máxima: 220 km/h

Travões: disco às 4 rodas

Motor: 4 cilindros, traseiro, Renault 10/Gordini/Caravelle

Tracção: traseira

País: França

 

© Blog da Rua Nove

03
Mai07

Lianor

blogdaruanove
Photo © samipii
Descalça vai para a fonte
Descalça vai para a fonte
Lianor pela verdura;
Vai fermosa, e não segura.

Leva na cabeça o pote,
O testo nas mãos de prata,
Cinta de fina escarlata,
Sainho de chamelote;
Traz a vasquinha de cote,
Mais branca que a neve pura.
Vai fermosa e não segura.

Descobre a touca a garganta,
Cabelos de ouro entrançado
Fita de cor de encarnado,
Tão linda que o mundo espanta.
Chove nela graça tanta,
Que dá graça à fermosura.
Vai fermosa e não segura.

Luís de Camões (c. 1524-1580)

 

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03
Mai07

Leonoreta

blogdaruanove

 

Senhor genta,

min tormenta

voss'amor en guisa tal

que tormenta

que eu senta

outra non m'é ben, nem mal,

mais la vossa m'é mortal:

        Leonoreta,

        fin rosetta,

        bella sobre toda fror,

        fin rosetta,

        non me metta

        en tal coita voss'amor!

 

Das que vejo

non desejo

outra senhor se vós non,

e desejo,

tan sobêjo,

mataria hun leon,

senhor do meu coraçon:

        Leonoreta,

        fin rosetta,

        bella sobre toda fror,

        fin rosetta,

        non  me metta

        en tal coita voss'amor!

 

Mha ventura

en loucura

me meteo de vos amar;

é loucura,

que me dura,

que me non posso eu quitar,

ai fremosura sen par:

        Leonoreta,

        fin rosetta,

        bella sobre toda fror,

        fin rosetta,

        non me metta

        en tal coita voss'amor!

 

Joan Lobeira, Cancioneiro Colocci-Brancuti [BNL],

n.º 224 e 246 bis ou 230 e 232 bis.

in Bailya d'Amor

 

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03
Mai07

Bailya d'Amor

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Photo © Sir Francis Canker Jones

 

 

 

 

   Anotação de Silva Tavares à cantiga Sedia la Fremosa seu Sirgo Torcendo:

 

   "Ao abutre chamava-se avuitor, na línguagem da época. Depreende-se, pelo final da cantiga de que se trata, que era tradição corrente prevêr-se o futuro comendo carne de abutre. Facto curioso é que a mesma tradição parece manter-se ainda hoje [1933] em alguns pontos do paiz, com a unica variante do abutre ser substituido pelo môcho, que é, afinal, uma ave da mesma classe. Consta-me, também, que para resultados satisfatórios torna-se necessário que o môcho seja velho. Ahi fica o aviso, não vá qualquer dos meus leitores sacrificar, inutilmente, algum pobre môcho em plena juventude..."

 

 

 

 

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03
Mai07

Poesia Trovadoresca

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Silva Tavares (1893-1964), Bailya d'Amor (1933)

Capa de Eduardo Malta (1900-1967)

 

 

 

 

 

Sedia la fremosa seu sirgo torcendo,

sa voz manselinha fremoso dizendo

        cantigas d'amigo!

 

 

 

 

Sedia la fremosa seu sirgo lavrando,

sa voz manselinha fremoso cantando

        cantigas d'amigo.

 

 

 

 

Par Deus de Cruz, dona, sei eu que avedes

amor mui coitado que tan ben dizedes

        cantigas d'amigo.

 

 

 

 

Par Deus de Cruz, dona, sei eu que andades

d'amor mui coitada que tan ben cantades

        cantigas d'amigo.

 

 

 

Avuitor comestes, que adevinhades.

 

 

 

Estevam Coelho, Cancioneiro da Vaticana, n.º 321,

e Cancioneiro Colocci-Brancuti [BNL], n.º 720.

in Bailya d'Amor

 

 

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03
Mai07

António Ferro e as Pousadas dos Anos 40

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Pousada de S. Gonçalo, Marão (gravura publicada em 1945)

 

   Sob a direcção de António Ferro (1895-1956), o Secretariado da Propaganda Nacional (SPN; a partir de 1944, Secretariado Nacional da Informação, Cultura Popular e Turismo, SNI) dinamizou a oferta turística durante o início da década de 1940, publicando a revista Panorama, promovendo a edição de vários roteiros e guias turísticos em diversas línguas e, essencialmente, estabelecendo uma rede nacional de pousadas.

   Em 1945, o Ministério das Obras Públicas e Comunicações havia já concluído a construção ou remodelação de oito edifícios, que se encontravam a funcionar em pleno: pousada de Santa Luzia, em Elvas (a primeira a ser inaugurada); pousada de S. Gonçalo de Amarante, no Marão; pousada de Sto. António, em Macinhata do Vouga, Águeda; pousada de S. Martinho, em S. Martinho do Porto; estalagem do Lidador, em Óbidos (em regime especial de concessão); pousada de Santiago do Cacém; Pousada de S. Brás, em S. Brás de Alportel, e pousada de S. Lourenço, em Manteigas, na Serra da Estrela. 

   Actualmente, quase todas estas pousadas integram a cadeia hoteleira das Pousadas de Portugal (http://www.pousadas.pt/historicalhotels/PT). 

 

Pousada de Santiago do Cacém (gravura publicada em 1945)

 

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02
Mai07

Cromos dos Anos 60 - Alpine

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Alpine GT 1300

Cilindrada: 1296 c. c.

Consumo: 10 l/100km

Taxa de compressão: 10,4

Potência: 110 Cv. DIN

Velocidade máxima: 190 km/h

Travões: disco às 4 rodas

Motor: 4 cilindros, traseiro, Renault 10/Gordini/Caravelle, 4 velocidades

          sincronizadas

Tracção: traseira

País: França

 

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