Curiosidades - Dama de Ouros

Carta de um Tarot, do século XIX, com texto em Castelhano e Francês, letras em Hebraico e símbolos de inspiração egípcia e persa.
© Blog da Rua Nove
Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Carta de um Tarot, do século XIX, com texto em Castelhano e Francês, letras em Hebraico e símbolos de inspiração egípcia e persa.
© Blog da Rua Nove

Maria Amália de Figueiredo Moraes, filha do brigadeiro João Estanislau da Cruz Figueiredo, mãe de Wenceslau de Moraes.
© Blog da Rua Nove

Ferrari 365 P
Cilindrada: 4400 c. c.
Consumo: 19 l/100 km
Taxa de compressão: 11,4
Potência: 420 Cv DIN
Velocidade máxima: 320 k/h
Travões: disco às 4 rodas
Motor: 12 cilindros em linha
Tracção: traseira
País: Itália
Carroçaria de Pininfarina. Três lugares, com condutor ao centro.
© Blog da Rua Nove

Wenceslau de Moraes nasceu em 1854 e faleceu a 1 de Julho de 1929. Enquanto oficial da Marinha, exerceu funções inerentes ao seu posto em Macau, Moçambique e Timor. Chegou a Macau em 1888, aí permanecendo até 1898. Da sua relação com Mo Wong Shi Moraes, também conhecida como Wong Ioc Chan e Atchan, nasceram dois filhos, José (n. 1893) e João Moraes (n. 1894). Estes acompanharam a mãe para Hong Kong quando Atchan decidiu abandonar Wenceslau.
Já no Japão, Wenceslau de Moraes assumiu em 1899 o posto de cônsul de Portugal em Hiogo e Osaka. Logo depois foi nomeado para exercer essas funções em Kobe e Osaka. A seu pedido, foi exonerado deste posto e da Marinha em 1913.

Em Kobe, no ano de 1900, desposou Ó-Yoné Fukumoto (fotografia acima), a qual veio a falecer em 1912. Posteriormente, manteve uma ligação afectiva com a sobrinha desta, Ko-Haru, a qual também veio a sucumbir em 1916.
A vasta bibliografia de Wenceslau de Moraes, ou Portugaru-San, como era conhecido no Japão, documenta o seu apreço pelo país e pelas tradições nipónicas. O seu volume O Culto do Chá (Kobe, 1905), com ilustrações de Yoshiaki (datas desconhecidas), tornou-se uma raridade bibliográfica ainda em vida do autor. Nova edição deste título, póstuma (Lisboa, 1933), numerada e reproduzindo as ilustrações originais à maneira japonesa, duas páginas impressas seguidas de duas páginas em branco (que constituem o verso da folha impressa, dobrada), é hoje também uma preciosidade avidamente procurada por bibliófilos.
Entre muitos outros títulos de Wenceslau, refiram-se Traços do Extremo Oriente (1895), Dai-Nippon (1897), Bon-Odori em Tokushima (1916), Ko-Haru (1917), Ó-Yoné e Ko-Haru (1923) e Os Serões no Japão (1926).
A obra de Wenceslau de Moraes teve grande difusão em Portugal particularmente durante as décadas de 1920 e 1930. Tendo caído no esquecimento, foi recuperada na década de 1970 pelo entusiasmo de Armando Martins Janeira (1914-1988), que prefaciou e anotou as edições da Parceria A. M. Pereira. Actualmente, uma vez que a propriedade literária se encontra no domínio público, nova editora portuguesa se encontra a publicar as obras do autor. Em 2005 publicou-se em Francês uma selecção de textos de Wenceslau de Moraes, sob o título Ó-Yoné et Ko-Haru.

© Blog da Rua Nove

Bilhete postal com texto a lápis, datado de Setembro de 1913.
As águas do Mouchão da Póvoa, no concelho de Vila Franca de Xira, foram concessionadas à Sociedade do Mouchão da Póvoa por alvará de 1 de Novembro de 1910. De natureza cloretada sódica, foram sempre exploradas como águas de mesa tendo-se registado uma captação de 1.313 litros em 1938, 1.119 litros no ano seguinte e 942 litros no ano de 1940.
© Blog da Rua Nove

Capa de Laura Costa (activa 1920-1950) para Japonesices de Outono (edição original, 1889; presente edição Lello & Irmão, 1934), de Pierre Loti (pseudónimo de Louis Viaud, 1850-1923). Obra traduzida para Português por Raúl Proença (1884-1941).
© Blog da Rua Nove

LEIRIA – Portugal – Castello e vista parcial
Bilhete postal circulado a 23 de Agosto de 1916, de Leiria para Setúbal.
Edição de Adelino A. Pereira, Figueira da Foz – Portugal
© Blog da Rua Nove

Memória da antiga fábrica de cerâmica Lusitânia num prédio de arquitectura pós-modernista da autoria de Tomás Taveira (n. 1938). A fábrica situava-se do outro lado da avenida, no espaço actualmente ocupado pela sede da CGD, onde ainda se preserva uma chaminé e respectivo forno. Avenida João XXI, Lisboa.
© Blog da Rua Nove

Última fotografia conhecida de Wenceslau de Moraes (1854-1929).
© Blog da Rua Nove

Actualmente uma localidade do município de Vila Franca de Xira, Povos foi sede de concelho até à reforma administrativa de 1836.
Gravura da obra As Cidades e Villas da Monarquia Portugueza que Teem Brasão d'Armas (III vols., 1860-62; data na capa do vol. I, 1865), de Inácio de Vilhena Barbosa (1811-1890).
© Blog da Rua Nove