Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Blog da Rua Nove

Blog da Rua Nove

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2012
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2011
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2010
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2009
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2008
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2007
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
04
Jan08

Aspectos do Vidro em Portugal no Século XX

blogdaruanove

  

 

Jarra em vidro branco leitoso, opaco, decorada a esmalte e ouro e assinada "CIP" (Companhia Industrial Portuguesa) e "G.", produzida na Marinha Grande. Década de 1940.

  

   A produção vidreira da Marinha Grande durante o período Art Déco apresentou um grande ecletismo no tipo de vidro produzido e nas técnicas decorativas, mantendo a criação de peças que apelavam ao gosto mais conservador.

   Assim, a produção do vidro branco, leitoso e opaco, evocando a porcelana, permitia apresentar um corpo que acentuava a riqueza do trabalho a ouro e propiciava a execução de desenhos inspirados na decoração de séculos anteriores.

   O vidro opalino, branco e translúcido, característico de alguma produção da primeira metade do século XIX, não foi, contudo, uma das opções das fábricas da Marinha Grande durante o século XX, provavelmente devido às características morosas e onerosas da produção dessa pasta de vidro.

 

 

Pequena jarra em vidro branco leitoso, opaco, decorada a esmalte, possivelmente produzida na Marinha Grande. Década de 1940.

 

   A apresentação de formatos que evocavam as tradicionais formas das peças em majólica e porcelana, como as jarras cilíndricas designadas por "canudos", serviu também para suavizar uma eventual modernidade da decoração, satisfazendo deste modo o potencial conservadorismo do mercado.

   A inexistência de decoração a ouro, porém, tornava a produção das peças menos morosa e onerosa, apelando assim uma classe média que estaria mais aberta a uma inovação decorativa aliada a um custo menos elevado da peça.

 

 

Copo em vidro branco leitoso, cristalino e opalino, decorado a esmalte e ouro, de provável produção francesa. Primeira metade do século XIX. O vidro opalino, um vidro branco leitoso e translúcido, produzido no início do século XIX através da inclusão de cálcio (habitualmente obtido a partir de ossos calcinados), apresenta cintilações de fogo quando mantido contra a luz. Posteriormente, em França, ainda no século XIX, o vidro opalino foi aperfeiçoado com uma nova tonalidade, denominada Gorge de Pigeon, que apresenta fulgurações cor de rosa.

 

© Blog da Rua Nove

Comentar:

Mais

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2012
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2011
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2010
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2009
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2008
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2007
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D