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06
Ago07

Aspectos do Comércio entre Angola e S. Tomé e Príncipe

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Mapa de S. Tomé e Príncipe publicado em 1955.

 

   Os 23 conhecimentos de embarque da Empresa Nacional de Navegação consultados, referentes ao período entre 1885 e 1905, incluem 12 documentos de exportação de Angola para S. Tomé – 1 de Porto Alexandre [Tombua], 6 de Moçâmedes [Namibe], 1 de Benguela e 4 de Novo Redondo [Sumbe].

   As exportações de Angola eram constituídas pelo seguinte – de Porto Alexandre, peixe seco; de Moçâmedes, bois, peixe (sem indicação de qualquer tratamento) e peixe seco; de Benguela, carne, fubá e tabaco; e de Novo Redondo, aguardente, feijão, fubá e mantimentos não especificados.

   As exportações de Porto Alexandre foram efectuadas pela Companhia de Moçâmedes; as de Moçâmedes por Manuel José Alves Bastos, posteriormente (pelo menos a partir de 1897), pela Viúva Bastos & Filhos, e por Torres & Irmão; as de Benguela por Francisco José Freitas; e as de Novo Redondo por Alexandre da Costa, Guimarães & Irmão, e Ferreira Marques e Fonseca.

   Em S. Tomé, os destinatários da mercadoria eram C. Palanque (peixe seco de Moçâmedes), Mateus de Bono Paula, administrador da Roça Monte Café (peixe seco de Porto Alexandre e peixe de Moçâmedes), Ricardo Spengler, e Joaquim Seixas (peixe de Moçâmedes).

   Até 10 de Julho de 1888, o imposto de selo pago na alfândega de S. Tomé, para produtos vindos de Angola, era de 60 reis, estando documentado um aumento para 80 reis a partir de 16 de Janeiro de1892.

 

Ilha do Príncipe - Roça Esperança: A ida para um pic-nic. Postal circulado em Fevereiro de 1922.

 

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06
Ago07

Documentos - Conhecimento de Embarque de 1886

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  Conhecimento de embarque de mercadorias no vapor Cabo Verde, ancorado no porto de Moçâmedes, com destino a São Tomé. Documento datado de 6 de Abril de 1886.

   A carga despachada por Manuel José Alves Bastos para R. Spengler constava de 50 amarrados com cem arrobas de peixe seco.

 

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03
Ago07

Navios e Rotas da Empresa Nacional de Navegação, 1885-1905

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Detalhe de um mapa de Angola publicado em 1955.

 

   A Empresa Nacional de Navegação, fundada no início da década de 1880 e antecessora da Companhia Nacional de Navegação (extinta pelo decreto-lei 138/85 de 3 de Maio, cujo termo de liquidação, após sucessivas prorrogações, foi fixado em 30 de Abril de 2001, pelo decreto-lei 119/2001 de 17 de Abril), explorou durante o final do século XIX e o princípio do século XX a rota a vapor da África Ocidental (Portuguesa).

   Entre 1885 e 1905, de acordo com os vários conhecimentos de embarque consultados, que obviamente representam apenas uma amostra do movimento portuário na época, a empresa utilizou, pelo menos, os seguintes navios – Ambaca, Angola, Benguela, Cabo Verde, Cazengo, Loanda, Portugal e S. Thomé.

   A rota destes navios a vapor estabelecia ligação entre Angola (partindo do sul, escalava os portos de Porto Alexandre [actual Tombua], Moçâmedes [actual Namibe], Benguela e Novo Redondo [actual Sumbe]), São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Portugal (Lisboa).

   Excepcionalmente, alguns destes navios efectuavam viagens não regulares para outros destinos, havendo notícia da chegada do vapor Loanda a Lourenço Marques, Moçambique, em 10 de Novembro de 1894, e da chegada do Cazengo dois dias depois. Estas viagens serviram para transportar tropas de Angola, que vieram reforçar as unidades moçambicanas durante o conflito que então se desenvolvia com os Vátuas. 

 

Recordação de Benguella - Ponte sobre o rio Catumbella. Postal do início do século XX.

 

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03
Ago07

Documentos - Conhecimento de Embarque de 1885

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  Conhecimento de embarque de mercadorias no vapor Portugal, ancorado no porto de Lisboa, com destino a São Tomé. Documento datado de 31 de Março de 1885.

   A carga despachada por Frederico Biester para R. Spengler constava de 4 barris de carne de vaca; 4 barris de chouriços; 2 barris de toucinho; 1 caixa com banha de porco; 1 saco de arrroz superior; 3 sacos de arroz inferior; 1 fardo de tabaco da Virgínia; 1 caixa de sardinhas; 3 caixas de batatas; 1 caixa de cebolas; 1 caixa de bacalhau; 1/2 caixa de bacalhau; 10 barris de vinho; 2 barricas de bolacha; 1 barril de vinagre; 1 barrica de farinha; 1 caixa de azeite; 1 caixa de sabão cor de rosa; 4 caixas de petróleo; 4 caixas de açúcar pilé; 1 caixa com frascos de vidro; 1 caixa com diversos; 1 pipa de aguardente e 3 caixas de vinho da Madeira.

 

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30
Jul07

Documentos - Conhecimento de Embarque de 1881

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   Conhecimento de embarque de mercadorias no vapor China, ancorado no porto de Lisboa, com destino a São Tomé. Documento datado de 2 de Novembro de 1881.

   A carga despachada por Frederico Biester para Hugo Goodair de Lacerda constava de 1 barril de banha; 1 barril de toucinho; 1 barrica de bolacha; 1 caixa de cachimbos; 1 caixa com 1 lata de azeite; 1 caixa com 4 latas de açúcar pilé; 1/2 caixa de batatas; 1/2 caixa de cebolas e alhos; 4 caixas de petróleo; 1 barrica de açúcar mascavado; 3 caixas de bacalhau; 3 grades com móveis; 1 caixa com fazendas; 1 baú com diferentes encomendas e papéis; 1 grade com 2 caixilhos de ferro; 1 caixa com vidraças; 1 caixa com comestíveis e diversos; 1 caixa com serras e limas; 1 caixa com um berço e 1 volume de estofins com plantas.

 

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27
Jul07

Documentos - Conhecimento de Embarque de 1880

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   Conhecimento de embarque de mercadorias no vapor Bengo, ancorado no porto de Lisboa, com destino a São Tomé. Documento datado de 2 de Junho de 1880.

   A carga despachada por Frederico Biester para José de Jesus Coelho constava de 8 sacas de arroz; 2 caixas de bacalhau; 2 caixas de açúcar pilé; 1 caixa de manteiga; 1 caixa de batata; 1/2 caixa da dita; 1 caixa de cebolas e alhos; 1 grade de chouriços; 1 barril de banha; 1 barril de toucinho; 1 barril de petróleo; 7 barris de vinho tinto; 1 barril de vinho de Colares; 1 barril de vinagre; 2 barricas de bolacha; 1 caixa com duas latas de azeite; 1 caixa de cachimbos; 1 pipa de aguardente; 1 baú com diferentes encomendas; 1 caixa de medicamentos e 1 outra caixa com diferentes encomendas.

 

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