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05
Fev08

Centenário de Vieira da Silva

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Área do Vento (detalhe), óleo sobre tela (1966), obra que integra o acervo da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa. Capa da revista Colóquio, número 58, de Abril de 1970.

 

   No ano do centenário do nascimento da pintora Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992), reproduz-se abaixo o seu testamento artístico. Consulte mais detalhes sobre a artista e o seu marido, o pintor húngaro Árpád Szenes (1897-1985), no site da Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva: http://www.fasvs.pt/.

TESTAMENT

Je lègue à mes amis

Un bleu céruleum pour voler haut
Un bleu cobalt pour le bonheur
Un bleu d’outremer pour stimuler l’esprit
Un vermillon pour faire circuler le sang allègrement
Un vert mousse pour apaiser les nerfs
Un jaune d’or: richesse
Un violet de cobalt pour la rêverie
Un garance qui fait entendre le violoncelle
Un jaune barite: science-fiction, brillance, éclat
Un ocre jaune pour accepter la terre
Un vert Véronèse pour la mémoire du printemps
Un indigo pour pouvoir accorder l’esprit à l’orage
Un orange pour exercer la vue d’un citronnier au loin
Un jaune citron pour la grâce
Un blanc pur: pureté
Terre de Sienne naturel : la transmutation de l’or
Un noir somptueux pour voir Titien
Une terre d’ombre naturel pour mieux accepter la mélancolie noire
Une terre de Sienne brûlée pour le sentiment de durée.

 

Lisboa Azul, detalhe (1941-42). Capa da revista Vértice, número 220, de Janeiro de 1962.

 

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05
Fev08

Homenagem a José Rodrigues Miguéis

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A Amargura dos Contrastes (2004). Capa de André Carrilho (n. 1974).

 

 

 

 

 

   "Sabia já, por carta amiga, que eles estavam a chegar por via marítima, em grupo, para erguer, montar e [sic] o pavilhão português da Feira mundial, a ser inaugurada em breve. Ausente havia cinco anos, e num estado de nervos que lhe exacerbava todos os afectos, a notícia trazia-o alvoroçado e impaciente: Se eles queriam vê-lo? E como o acolheriam se...? Por isso, naquela tarde, o telefonema, sem o surpreender, foi uma surpresa: pela coragem do alto funcionário que ousava infringir a regra do ostracismo. "Já cá estão! – disse ele. – Venha vê-los esta noite ao Martinique!" (hotel algo suspeito, mas tal fora a decisão oficial...). Correu a procurá-los logo depois de jantar. O encontro foi eufórico. Receberam-no rindo, de braços abertos, como amigos velhos. O Bernardo [Marques] e a Ofélia, o Fred [Kradolfer] e a Astrid, o Zé Rocha e a Selam enfim unidos, o Carlos [Botelho] (sem a Dona Brites, que pena!), e além deles Anahory, celibatário. Estavam os mesmos, pareciam felizes, e o Ontem fez-se Hoje de repente. Só faltava o Arquitecto, que seguia à risca as instruções do Chefe. Este, ainda a bordo, reunira-os e falara assim: "Eu sei que vocês são todos amigos do Expatriado, e hão-de querer encontrar-se com ele. Mas, pelo amor de Deus, façam-no discretamente, onde isso não dê nas vistas! Eu admiro-o muito, mas o sorriso dele, o nariz bicudo, bastam para o tornar subversivo!" E a primeira coisa que eles faziam, queridos!, era chamá-lo. Ainda mais enternecido ficou ao sabê-lo."

 

 

 

 

José Rodrigues Miguéis (1901-1980), in A Amargura dos Contrastes (2004; texto originalmente publicado no jornal Diário Popular, em 25 de Outubro de 1973).

 

 

 

 

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05
Fev08

Reflexos Orientais

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Detalhe de uma xilogravura de Utagawa Kunisada (1786-1865), também conhecido como Toyokuni III.

 

 

 

Ganchos de cabelo japoneses (kanzashi), em estanho e mineral, assinado "Hisagami" (acima), e em prata e vidro (abaixo). Finais do século XIX, início do século XX (período Meiji, Taishō ou Shōwa). Para um artigo detalhado (em Inglês) sobre kanzashi, a decoração do cabelo feminino no Japão e seus significados, ver http://en.wikipedia.org/wiki/Kanzashi.

 

Detalhe de uma xilogravura de Utagawa Kunisada (1786-1865), também conhecido como Toyokuni III.

 

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05
Fev08

Sugestão para Filme do Mês

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   A sugestão cinematográfica para este mês destaca não um filme mas uma actor – Bill Murray (n. 1950), e três dos filmes em que participou: Broken Flowers (2005), Lost in Translation (2003) e Groundhog Day (1993). Três obras onde a sua interpretação se revela excepcional e a mais adequada para filmes com estas características e temáticas – a estranheza das situações pessoais, a nostalgia de um mundo perdido ou a perplexidade perante o quotidiano.

   Como habitualmente, podem-se obter mais informações em http://www.imdb.com/.

 

 

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Fev08

Curiosidades - Mutsinamakan e Squaw

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Mutsinamakan and Squaw (Sarcee Squaws)

Bilhete postal circulado de Ottawa, Canadá, para Lisboa, Portugal, em Março de 1913.

Edição de Valentine & Sons Publishing Co., Ltd.. Montreal e Toronto, Canadá. Impressão realizada na Grã-Bretanha.

O cliché original foi tirado cerca de 1885, nas proximidades de Calgary, Alberta, Canadá, por William Hanson Boorne (1859-1945), de acordo com a informação disponível em http://www.mccord-museum.qc.ca/en/collection/artifacts/MP-1973.49.169?Lang=1&accessnumber=MP-1973.49.169

 

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05
Fev08

Arte Gráfica

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Desenho de Amaro (datas desconhecidas) para a capa de uma brochura sobre a Escola Profissional de Paiã, editada pela Junta Geral do Distrito de Lisboa em 1933. Note-se o aspecto gráfico da haste da letra "d" na preposição "da", que evoca claramente a assinatura de Almada Negreiros (1893-1970) e sugere poder a assinatura "Amaro" tratar-se de um pseudónimo.

 

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