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01
Fev08

Aspectos do Vidro em Portugal no Século XX

blogdaruanove

Grande solitário em vidro ametista, soprado livremente, com superfície exterior mate, tratada a ácido, e decoração, pintada à mão, a esmalte branco e ouro. Peça produzida na Fábrica-Escola Irmãos Stephens, Marinha Grande. Início da década de 1970.

 

 

 

   Ao longo da década de 1960 a indústria vidreira nacional produziu ainda várias peças com a tradicional pintura manual a esmalte, mas novas peças de formatos mais próximos do inovador design escandinavo começaram a ser produzidas, colocando uma vez mais a tónica no aspecto escultural do próprio objecto.

   Novas técnicas acompanhavam essa produção, particularmente aquela que permitia obter no vidro de diversas cores um efeito "craquelé" transparente, um efeito decorativo que marcou a década de 1960 e surgia frequentemente nas jarras, nos copos e nos baldes de gelo.

   No entanto, surgiam ainda, em simultâneo com essas peças de design contemporâneo da década de 1960, e na década seguinte, fomas e decorações que evocavam influências de anteriores estilos e de outras culturas.

   A consagrada Fábrica-Escola Irmãos Stephens, localizada na Marinha Grande, produziu durante a década de 1970 jarras semelhantes à reproduzida acima, conforme se pode verificar no seu catálogo. Embora esse catálogo apenas registe um tamanho único para este formato - demominado Burma e concebido por Carmo Valente (n. 1930), conhecem-se solitários com duas dimensões diferentes, sendo aquele que consta do catálogo o de menores dimensões.

   Este solitário, cuja decoração se afasta das peças originais deste formato, com vidro de diversas cores mas sem qualquer gravação ou complemento a esmalte, evoca claramente algumas peças do Médio Oriente na sua forma e remete directamente para a decoração floral de arabescos que, conforme ficou documentado numa ilustração anterior, também tinha sido usada durante o período Art Déco.

 

 

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