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03
Mai07

Leonoreta

blogdaruanove

 

Senhor genta,

min tormenta

voss'amor en guisa tal

que tormenta

que eu senta

outra non m'é ben, nem mal,

mais la vossa m'é mortal:

        Leonoreta,

        fin rosetta,

        bella sobre toda fror,

        fin rosetta,

        non me metta

        en tal coita voss'amor!

 

Das que vejo

non desejo

outra senhor se vós non,

e desejo,

tan sobêjo,

mataria hun leon,

senhor do meu coraçon:

        Leonoreta,

        fin rosetta,

        bella sobre toda fror,

        fin rosetta,

        non  me metta

        en tal coita voss'amor!

 

Mha ventura

en loucura

me meteo de vos amar;

é loucura,

que me dura,

que me non posso eu quitar,

ai fremosura sen par:

        Leonoreta,

        fin rosetta,

        bella sobre toda fror,

        fin rosetta,

        non me metta

        en tal coita voss'amor!

 

Joan Lobeira, Cancioneiro Colocci-Brancuti [BNL],

n.º 224 e 246 bis ou 230 e 232 bis.

in Bailya d'Amor

 

© Blog da Rua Nove

03
Mai07

Poesia Trovadoresca

blogdaruanove

 

 

Silva Tavares (1893-1964), Bailya d'Amor (1933)

Capa de Eduardo Malta (1900-1967)

 

 

 

 

 

Sedia la fremosa seu sirgo torcendo,

sa voz manselinha fremoso dizendo

        cantigas d'amigo!

 

 

 

 

Sedia la fremosa seu sirgo lavrando,

sa voz manselinha fremoso cantando

        cantigas d'amigo.

 

 

 

 

Par Deus de Cruz, dona, sei eu que avedes

amor mui coitado que tan ben dizedes

        cantigas d'amigo.

 

 

 

 

Par Deus de Cruz, dona, sei eu que andades

d'amor mui coitada que tan ben cantades

        cantigas d'amigo.

 

 

 

Avuitor comestes, que adevinhades.

 

 

 

Estevam Coelho, Cancioneiro da Vaticana, n.º 321,

e Cancioneiro Colocci-Brancuti [BNL], n.º 720.

in Bailya d'Amor

 

 

© Blog da Rua Nove

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